Araxá recebe mais de 100 prefeitos em evento que fortalece troca de experiências e articulação política
Durante o 2° Encontro de Prefeitos promovido pelo Consórcio Interfederativo do Estado de Minas Gerais (CIMINAS), em Araxá, o deputado estadual Bosco destacou a importância da participação de deputados, senadores, ministros e outras autoridades no evento. Segundo ele, essa aproximação é essencial para fortalecer o trabalho conjunto com as cidades.
Bosco explicou que a atuação parlamentar vai além de legislar e fiscalizar. Para ele, é fundamental manter contato direto com prefeitos, vereadores e gestores municipais para compreender, com precisão, a realidade de cada cidade.
“O encontro reúne mais de 100 prefeitos, e isso é uma grande oportunidade para trocar ideias e experiências. Assim, conseguimos defender os municípios com propriedade e ajudar na busca de recursos e na viabilização de projetos importantes”, afirmou.
O deputado lembrou que os prefeitos são quem melhor conhecem as necessidades locais. Eles lidam diariamente com demandas na saúde, educação, infraestrutura, segurança e habitação. Por isso, encontros como o do CIMINAS facilitam a troca de boas práticas e também a discussão de dificuldades comuns entre os municípios.
Assembleia Legislativa e o PROPAG
Ao falar sobre o fim do ano na Assembleia Legislativa, Bosco explicou que os deputados estão concentrados na votação do orçamento de 2026 e em projetos estratégicos do Governo de Minas. Entre os temas de destaque está o Programa de Pleno Pagamento das Dívidas dos Estados (PROPAG), que permite a renegociação da dívida do Estado com a União.
Segundo o deputado, a adesão ao PROPAG é essencial, já que a dívida atual é considerada “praticamente impagável” e limita o crescimento de Minas Gerais.
Ele ressaltou que a Assembleia, sob a liderança do presidente Tadeu Leite Martins, participa ativamente das negociações com o Governo Federal para garantir condições favoráveis ao Estado.
Araxá e demais municípios não devem ser prejudicados
Sobre o impacto do PROPaG nos municípios, Bosco foi direto:
“A expectativa é que os municípios não sejam prejudicados. O Governo e a Assembleia estão muito atentos a isso. Se Minas não aderisse ao programa, o prejuízo seria muito maior, porque o Estado teria de usar recursos que nem possui.”
Bosco afirmou acreditar que, com a condução do governador Romeu Zema e do vice-governador Matheus Simões, a renegociação permitirá ao Estado recuperar capacidade de investimento, especialmente em infraestrutura, saúde, educação e segurança.